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terça-feira, 30 de junho de 2015

FARMACOLOGIA EMERGÊNCIAS/URGÊNCIAS

MEDICAMENTOS

FARMACOLOGIA

ADENOSINA- 
ANTIARRÍTMICO
INDICAÇÕES: TSV
APRESENTAÇÃO: 3MG/ML
VIA ADMINISTRAÇÃO: IV/IO
AÇÃO: BLOQUEIA DE FORMA 
TRANSITÓRIA A CONDUÇÃO
PELO NÓDULO AV

SALBUTAMOL- BRONCODILATADOR,
AGENTE B2-ADRENÉRGICO
INDICAÇÕES:
- ASMA
- ANAFILAXIA(BRONCOESPASMO)
- HIPERCALEMIA
APRESENTAÇÃO:SOLUÇÃO NEBULIZADA:
0,5% (5MG/ML)

AMIODARONA
ANTIARRÍTMICO
INDICAÇÕES:
- TSV
- TV (COM PULSO)
- FV/TV SEM PULSO
APRESENTAÇÃO: 
APRESENTAÇÃO: 50 MG/ML
VIA ADMINISTRAÇÃO: IV/IO
AÇÕES:
- RETARDA A FREQUÊNCIA SINUSAL
- PROLONGA OS INTERVALOS PR E QT
- INIBE OS RECEPTORES ALPHA
ADRENÉRGICOS E BETA
ADRENÉRGICOS DE MODO
NÃO COMPETITIVO

ATROPINA
ANTICOLINÉRGICO

INDICAÇÕES:
- BRADICARDIA SINTOMÁTICA
DEVIDO A ESTIMULAÇÃO VAGAL OU 
BLOQUEIO AV PRIMÁRIO
APRESENTAÇÃO: 0,5MG/ML
VIA ADMINISTRAÇÃO: IV/IO
AÇÃO:AUMENTA A FREQUÊNCIA
CARDÍACA E O DÉBITO CARDÍACO
POR BLOQUEAR A ESTIMULAÇÃO VAGAL

DEXAMETASONA

CORTICOSTERÓIDE

INDICAÇÕES:
- CRUPE
- ASMA

APRESENTAÇÃO: 2 E 4 MG/ML
ELIXIR: 0,5 MG/5ML
INJEÇÃO: 4, 10 MG/ML
ADMINISTRAÇÃO:IM, V.O E IV
AÇÕES: AMPLO EFEITO SOBRE A
RESPOSTA INFLAMATÓRIA
- BETA ADRENÉRGICO

DIFENIDRAMINA

ANTI-HISTAMÍNICO

INDICAÇÕES: ANAFILAXIA ( APÓS A
ADMINISTRAÇÃO DE EPINEFRINA)
APRESENTAÇÃO: INJEÇÃO: 10,50 MG/ML
ADMINISTRAÇÃO: IV, IO, IM
AÇÕES: 
- COMPETE COM A HISTAMINA POR LOCAIS
DO RECEPTOR H
- DIMINUI A RESPOSTA ALÉRGICA, POR
BLOQUEAR A HISTAMINA

DOBUTAMINA

AGENTE B1- ADRENÉRGICO SELETIVO

INDICAÇÕES: DISFUNÇÃO VENTRICULAR
APRESENTAÇÃO: INJEÇÃO 12,5 MG/ML
AÇÕES:  AUMENTA A FREQUÊNCIA
ADMINISTRAÇÃO:IV
 CARDÍACA( EFEITO SOBRE O
NÓDULO SINOATRIAL/SINOAURICULAR)
- AUMENTA A CONTRATILIDADE
MIOCÁRDICA

DOPAMINA

VASOPRESSOR/INOTRÓPICO

INDICAÇÕES: - DISFUNÇÃO VENTRICULAR,
INCLUSIVE CHOQUE CARDIOGÊNICO
- CHOQUE DISTRIBUTIVO
APRESENTAÇÃO: 5MG/ML
ADMINISTRAÇÃO : IV
AÇÕES: AUMENTA A FREQUÊNCIA 
CARDÍACA
- ESTIMULA OS RECEPTORES B1-
ADRENÉRGICOS
- AUMENTA A CONTRATILIDADE DO
MIOCÁRDIO

EPINEFRINA

VASOPRESSOR/ INOTRÓPICO

INDICAÇÕES: 
ANAFILAXIA
ASMA
BRADICARDIA(SINTOMÁTICA)
CRUPE(NEBULIZADA)
PCR
CHOQUE
APRESENTAÇÃO: (1MG/ML)
ADMINISTRAÇÃO: IM/IO/SUBCUTÂNEO
NEBULIZADOR, IV
AÇÕES: BRONCODILATADOR
AUMENTA A FREQUÊNCIA CARDÍACA
ESTIMULA RECEPTORES B2-ADRENÉRGICOS

ETOMIDATO

SEDATIVO

INDICAÇÕES: SEDAÇÃO PARA SEQUÊNCIA
RÁPIDA DE ENTUBAÇÃO
APRESENTAÇÃO: INJEÇÃO: 2MG/ML
ADMINISTRAÇÃO: IV/IO
AÇÕES: SEDATIVO HIPNÓTICO NÃO
BARBITÚRICO, NÃO BENZOADIAZEPÍNICO
DE AÇÃO CURTA
SEM PROPRIEDADES ANALGÉSICAS

FUROSEMIDA

DIURÉTICO

INDICAÇÕES: EDEMA PULMONAR
 E  SOBRECARGA VOLÊMICA
APRESENTAÇÃO: 10MG/ML
ADMINISTRAÇÃO: IV/IM
AÇÕES: AGE SOBRE O RAMO
ASCENDENTE DA ALÇA DE HENLE,
INIBINDO A REABSORÇÃO DE SÓDIO E
CLORETO, CAUSANDO A EXCREÇÃO DE
SÓDIO, CLORETO, CÁLCIO, MAGNÉSIO E
ÁGUA.
AUMENTA A EXCREÇÃO DE POTÁSSIO
NO TÚBULO DISTAL

HIDROCORTISONA

CORTICOSTEROIDE

INDICAÇÕES: INSUFICIÊNCIA SUPRARRENAL
PODENDO ESTAR ASSOCIADA A 
CHOQUE SÉPTICO
APRESENTAÇÕES: 100,500,1.000 MG
ADMINISTRAÇÃO: IV/IO
AÇÕES: AMPLO EFEITO SOBRE 
RESPOSTA INFLAMATÓRIA

AMRINONA

INIBIDOR DA FOSFODIESTERASE,
INODILATADOR

INDICAÇÕES: CHOQUE CARDIOGÊNICO,
ICC PÓS CIRURGIA CARDÍACA
APRESENTAÇÃO: INJEÇÃO 5 MG/ML
ADMINISTRAÇÃO: IV/IO
AÇÕES: AUMENTA A CONTRATILIDADE
DO MIOCÁRDIO
REDUZ A PRÉ CARGA E A PÓS CARGA

BROMETO DE IPRATRÓPIO

ANTICOLINÉRGICO, BRONCODILATADOR

INDICAÇÕES: ASMA
APRESENTAÇÃO: SOLUÇÃO NEBULIZADA 0,25MG/ML
AÇÕES: BLOQUEIA A AÇÃO DA ACETILCOLINA EM
LOCAIS PARASSIMPÁTICOS NO MÚSCULO
LISO BRÔNQUICO, PRODUZINDO 
BRONCODILATAÇÃO.

LINDOCAINA

ANTIARRÍTIMICO

INDICAÇÕES: ANTIARRÍTMICO
INDICAÇÕES: FV/TV SEM PULSO
TAQUICARDIA DE COMPLEXO LARGO C/ PULSO
APRESENTAÇÃO: INJEÇÃO 0,5%, 1% E 2%
ADMINISTRAÇÃO: IV/IO
AÇÕES: AUMENTA O LIMIAR DE ESTIMULAÇÃO
ELÉTRICA DO VENTRÍCULO E DO SISTEMA
DE HIS-PURKINJE(ESTABILIZANDO A
MEMBRANA CARDÍACA E DIMINUIÇÃO
DO AUTOMATISMO

SULFATO DE MAGNÉSIO

ELETRÓLITO/BRONCODILATADOR

INDICAÇÕES: ASMA(ESTADO DE MAL
ASMÁTICO REFRATÁRIO)
HIPOMAGNESEMIA
APRESENTAÇÃO: INJEÇÃO 500MG/ML
ADMINISTRAÇÃO: IV/IO
AÇÕES: RELAXAMENTO DO MÚSCULO LISO
ANTIARRÍTMICA

METILPREDNISOLONA

CORTICOSTEROIDE

INDICAÇÕES: ASMA(ESTADO DE MAL
ASMÁTICO)
CHOQUE ANAFILÁTICO
APRESENTAÇÃO: INJEÇÃO 40,125,500,1000
ADMINISTRAÇÃO: IV
AÇÕES: AMPLO EFEITO SOBRE A 
RESPOSTA INFLAMATÓRIA
AUMENTA A EXPRESSÕES DOS
RECEPTORES B-ADRENÉRGICOS

MIRINONA

INIBIDOR DA FOSFODIESTERASE
INODILATADOR

INDICAÇÕES: DISFUNÇÃO MIOCÁRDICA
CHOQUE CARDIOGÊNICO
PÓS CIRURGIA CARDÍACA
APRESENTAÇÃO: INJEÇÃO 1MG/ML
ADMINISTRAÇÃO: IV/IO
AÇÕES: AUMENTA A CONTRATILIDADE
MIOCÁRDICA
REDUZ A PRÉ-CARGA E A PÓS CARGA, POR
RELAXAR O MÚSCULO LISO VASCULAR

NALOXONA

ANTAGONISTA DO RECEPTOR OPIOIDE

INDICAÇÕES: REVERSÃO NARCÓTICA(OPIÁCEA)
APRESENTAÇÃO: INJEÇÃO: 0,4 A 1  MG/ML
ADMINISTRAÇÃO: IV/IO/IM/SC
AÇÃO: COMPETE COM OS OPIÁCEOS NOS 
LOCAIS RECEPTORES DE OPIOIDE
(REVERTENDO OS EFEITOS OPIOIDES)

NITROGLICERINA

VASODILATADOR/ANTI-HIPERTENSIVO

INDICAÇÕES: ICC
CHOQUE CARDIOGÊNICO
APRESENTAÇÃO: INJEÇÃO: 5MG/ML
ADMINISTRAÇÃO: IV/IO
AÇÃO: RELAXAMENTO DO MÚSCULO
LISO VASCULAR

NITROPRUSSIATO DE SÓDIO

VASOLIDATADOR/ANTI-HIPERTENSIVO

INDICAÇÕES: CHOQUE CARDIOGÊNICO(ALTA RVS)
HIPERTENSÃO (GRAVE)
APRESENTAÇÃO: INJEÇÃO: 25 MG/ML
ADMINISTRAÇÃO: IV/IO
AÇÃO: RELAXA O TÔNUS VASCULAR
ARTERIOLARES E VENOSOS.
ESSA VASODILATAÇÃO PROVOCA REDUÇÃO NAS
PRESSÕES DE PREENCHIMENTO CARDÍACO
E NA PÓS CARGA VENTRICULAR DIREITA
E ESQUERDA.

NORAPINEFRINA

INOTRÓPICO/VASOPRESSOR

INDICAÇÕES: CHOQUE HIPOTENSIVO
APRESENTAÇÃO: INJEÇÃO: 1 MG/ML
ADMINISTRAÇÃO: IV/IO
AÇÕES: ATIVA OS RECEPTORES ALFA
ADRENÉRGICOS (MAIOR TÔNUS
DO MÚSCULO LISO)

OXIGÊNIO

ELEMENTO/GÁS

INDICAÇÕES: 
HIPÓXIA/HIPOXEMIA
DESCONFORTO/INSUFICIÊNCIA RESPIRATÓRIA
TRAUMA
CHOQUE
PCR
INSUFICIÊNCIA CARDIOPULMONAR
APRESENTAÇÃO: FLUXOS
ADMINISTRAÇÃO: ADMINISTRE O2
A 100% INICIAL APÓS TER UMA RESPOSTA
SATISFATÓRIA DIMINUA O FLUXO

PROCAINAMIDA

ANTIARRÍTIMICO

INDICAÇÃO:
TSV
FLUTTER ATRIAL/AURICULAR
TV ( COM PULSO)
ADMINISTRAÇÃO: IV/IO
APRESENTAÇÃO: INJEÇÃO: 100 E 500 MG/ML
AÇÕES: AUMENTA O PERÍODO REFRATÁRIO
RETARDA A CONDUÇÃO DO ÁTRIO/AURÍCULO,
NO FEIXE DE HIS E NO VENTRÍCULO

BICARBONATO DE SÓDIO

AGENTE ALCALINIZANTE/ELETRÓLITO

INDICAÇÕES:
ACIDOSE METABÓLICA (INTENSA)
HIPERCALEMIA
OVERDOSE DE BLOQUEADORES DOS 
CANAIS DE SÓDIO
APRESENTAÇÃO: 8,4% ( mEq/ml)
ADMINISTRAÇÃO: IV/IO
AÇÃO: AUMENTA O BICARBONATO
PLASMÁTICO 
REVERTE A ACIDOSE METABÓLICA

TERBUTALINA

AGONISTA B2-ADRENÉRGICO SELETIVO

INDICAÇÕES: ASMA
HIPERCALEMIA
APRESENTAÇÃO: INJEÇÃO 1 MG/ML
ADMINISTRAÇÃO: IV/IO E SUBCUTÂNEO
AÇÃO: BRONCODILATADOR
CAUSA DILATAÇÃO DAS ARTERÍOLAS
REDUZ A CONCENTRAÇÃO DE POTÁSSIO

VASOPRESSINA

ANÁLOGO AO HORMÔNIO ANTIDIURÉTICO

INDICAÇÕES: 
PCR
CHOQUE SÉPTICO
APRESENTAÇÃO:  INJEÇÃO 20 UNIDADES/ML
ADMINISTRAÇÃO: IV/IO
AÇÕES: VASOCONSTRITOR DIRETO A
CONCENTRAÇÕES SÉRICAS ACIMA DAS
USADAS PARA INIBIÇÃO DA DIURESE,
TAMBÉM AUMENTA A RESPOSTA ÀS
CATECOLAMINAS.
















sexta-feira, 26 de junho de 2015

AUTOMEDICAÇÃO

MEDICAMENTO


A AUTO MEDICAÇÃO É A VILÃ DOS CASOS
DE INTOXICAÇÃO E DEPENDÊNCIA.
AUTOMEDICAR-SE E NÃO PROCURAR UM
MÉDICO AINDA SÃO OS ERROS MAIS 
COMUNS.
MEDICAMENTOS SIMPLES CONTRA FEBRE
PODEM LESIONAR OS RINS.
A MAIORIA DOS CASAS TEM UM MONTE
DE MEDICAMENTOS E AS PESSOAS PENSAM,
QUE CONSEGUIRAM RESOLVER OS
SEUS PROBLEMAS SEM A AJUDA MÉDICA.
A AUTO MEDICAÇÃO PODE AGRAVAR O 
PROBLEMA DE SAÚDE MASCARANDO
OS SINTOMAS INICIAIS DA DOENÇA,
SEM FALAR DAS REAÇÕES ALÉRGICAS.
POR ISSO DEVE-SE SEMPRE CONSULTAR
UM ESPECIALISTA, ANTES DE CORRER A
FARMÁCIA E AUTOMEDICAR-SE.

COLETA DE SANGUE VENOSO AMBULATORIAL

segunda-feira, 22 de junho de 2015

SÍNCOPE NA INFÂNCIA

CRIANÇA

SÍNCOPE É UMA PERDA BREVE E SÚBITA
DA CONSCIÊNCIA ASSOCIADA À PERDA
DO TÔNUS MUSCULAR COM RECUPERAÇÃO
ESPONTÂNEA.

ETIOLOGIA

A MAIORIA DAS VEZES E BENIGNA, MAS
PODE OCORRER COMO RESULTADO DE UMA
DOENÇA CARDÍACA, COM O POTENCIAL 
PARA A MORTE SÚBITA.

MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS

HIPOPERFUSÃO CEREBRAL TEMPORÁRIA,
SEGUIDA DE UMA RECUPERAÇÃO 
ESPONTÂNEA  ASSOCIADA À PERDA DE
CONSCIÊNCIA E DO TÔNUS POSTURAL.

CAUSAS

CARDÍACAS
SÍNCOPE VASOVAGAL, MAIOR CAUSA DE
SÍNCOPE NAS CRIANÇAS.
CRISE DE PERDA DE FOLEGO
SÍNCOPE NEUROPSIQUIÁTRICA
SÍNCOPE METABÓLICA
EXPOSIÇÃO A TÓXICOS

REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

PEDIATRIA INSTITUTO DA CRIANÇA
HOSPITAL DAS CLÍNICAS 2ª EDIÇÃO

DICAS PARA A GRAVIDEZ

GRAVIDEZ

O PRIMEIRO TRIMESTRE A BARRIGA JÁ ESTÁ
GRANDE E AUMENTAM OS DESCONFORTOS.
UM DELES É A NECESSIDADE DE URINAR
FREQUENTEMENTE.
TAMBÉM DORES LOMBARES E PÉLVICAS
PODEM OCORRER, DEVIDO AO AUMENTO
DE PESO DO BEBÊ, ENTÃO AQUI
VAI ALGUMAS DICAS PARA UMA 
GRAVIDEZ SAUDÁVEL.

1- ABUSE DOS GRÃOS, FIBRAS, FRUTAS
E HORTALIÇAS.
2- FRACIONE A QUANTIDADE DE
ALIMENTOS EM CADA REFEIÇÃO,
PROCURANDO ALIMENTAR A CADA TRÊS
HORAS DURANTE O DIA.
3- DEITE DO LADO ESQUERDO DE
PREFERÊNCIA, E COM UM TRAVESSEIRO
ENTRE AS PERNAS.
4- USE MEIAS ELÁSTICAS PARA AJUDAR
NA CIRCULAÇÃO.
5- PROCURE NÃO SE ESTRESSAR DEMAIS.
6- NÃO DEIXE DE IR À ACADEMIA OU
FAZER CAMINHADA VÁRIAS VEZES
POR SEMANA.
7- FAÇA PAUSAS E COLOQUE OS PÉS
PARA CIMA VÁRIAS VEZES AO DIA.
8- SE FOR COMER LANCHE ESCOLHA
LANCHES E SOBREMESAS SAUDÁVEIS.



sábado, 20 de junho de 2015

HUMANIZAÇÃO EM ENFERMAGEM

ENFERMAGEM E CRIANÇA

A HUMANIZAÇÃO TEM QUE ESTAR
EM TODOS, NA MANEIRA DE CUIDAR
DO PACIENTE E COMO SE RELACIONAMOS
COM OS NOSSOS COLEGAS DE TRABALHO.
SEJA SIMPÁTICA, TENHA ALEGRIA, 
COMPAIXÃO, HUMANIZAÇÃO E CORDIALIDADE.
MOTIVAR AS PESSOAS PARA REALIZAR O
MELHOR TRABALHO DE SUA VIDA
E MUITO IMPORTANTE.
PEQUENAS PALAVRAS E DEMONSTRAÇÕES
DE APOIO E ALEGRIA PODE MUDAR VIDAS.
" PERDOE TODO MUNDO ERRA ".
ESCUTE OS SEUS COLEGAS DE TRABALHO.
FAÇA PERGUNTAS.
CUIDE DO OUTRO COMO VOCÊ GOSTARIA
QUE FOSSE TRATADO.
SEJA EDUCADA, AMIGÁVEL E GENTIL.
PEÇA DESCULPAS.
EVITE JULGAR E SER PRECONCEITUOSO.
ESCUTE AS PESSOAS E OBSERVE COM
MUITA ATENÇÃO E INTERESSE.
VEJA AS COISAS PELO LADO POSITIVO.
NÃO SE OCUPE DE COISAS IRRELEVANTES,
QUANDO O SEU SONHO PODE SER
MUITO GRANDE.


A IMPORTÂNCIA DO TRABALHO EM GRUPO INFANTIL

CRIANÇAS

A IMPORTÂNCIA DO TRABALHO EM GRUPO
PARA O DESENVOLVIMENTO DA CRIANÇA

A CRIANÇA PRECISA DE ADAPTAÇÃO AS NOVAS
SITUAÇÕES, QUANDO SE DEPARA COM PESSOAS
E LUGARES DIFERENTES.
AS CRIANÇAS PERTENCEM A UM GRUPO SOCIAL,
QUANDO HÁBITOS, VALORES, COSTUMES
INTERFEREM EM SUAS AÇÕES.
O TRABALHO EM GRUPO E 
MUITO IMPORTANTE PARA O
DESENVOLVIMENTO DA CRIANÇA.

OS JOGOS E AS BRINCADEIRAS SÃO UM
DOS MEIOS PARA SE CHEGAR AO COLETIVO
HUMANO. POR MEIO DELES A CRIANÇA
TRABALHA QUESTÕES IMPORTANTES DO
SEU CAMPO EFETIVO COMO; MEDOS
DESEJO, FAZ-DE-CONTA, EXPERIMENTA
RELAÇÕES SOCIAIS, COMANDO,
SUBORDINAÇÃO E DESENVOLVE TAMBÉM
INTELECTUALMENTE.
ALÉM DOS JOGOS E BRINCADEIRAS A
LINGUAGEM, COMO MEDIADORA DE
CONVIVÊNCIA E AMPLIAÇÃO DO 
REPERTÓRIO CULTURAL, DEVE SER
ALIMENTADA E APRIMORADA.
O TRABALHO EM GRUPO É UMA
OPORTUNIDADE DE CONSTRUIR
COLETIVAMENTE O CONHECIMENTO.
TRABALHANDO EM GRUPO A CRIANÇA
DESENVOLVE SUA AUTONOMIA,
PERMITINDO QUE ATRAVÉS DO CONTATO
COM OUTRAS CRIANÇAS OUÇA IDENTIFICANDO
COM AS HISTÓRIAS E ELABORANDO SUA
PRÓPRIA HISTÓRIA.
ALGUMAS CRIANÇAS TEM FORMAS DIFERENTES
DE AGIR UMAS FICAM QUIETINHAS OUTRAS
QUEREM QUEBRAS AS COISAS.
CRIANÇAS FELIZES, SAUDÁVEIS COM
CERTEZA TERÃO UM EXCELENTE 
DESENVOLVIMENTO.


quinta-feira, 18 de junho de 2015

DEFICIÊNCIA DE G6PD

TESTE DO PEZINHO

A DEFICIÊNCIA DE G6PD É UMA 
CONDIÇÃO GENÉTICA, COM MUTAÇÕES NO 
LÓCUS Xq 28, SUBSTITUINDO O
AMINOÁCIDO.
A DEFICIÊNCIA DE GLICOSE-6-FOSFATO
DESIDROGENASE (G6PD) DESORDEM
GENÉTICA AFETANDO PESSOAS DE TODO
O MUNDO, ATINGINDO REGIÕES
MEDITERRANÊAS, AFRICANOS E
ASIÁTICAS.
A DEFICIÊNCIA G6PD É UMA ALTERAÇÃO
ENZIMÁTICA HEREDITÁRIA ASSOCIADA
GERALMENTE À ANEMIA HEMOLÍTICA.

MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS

ICTERÍCIA NEONATAL 
ANEMIA HEMOLÍTICA

TRATAMENTO

A DOENÇA NÃO TEM TRATAMENTO, MAS
SEUS SINTOMAS PODEM SEREM  EVITADO
COM MEDIDAS PROFILÁTICAS.
AS ICTERÍCIAS HEMOLÍTICAS OCORREM
FREQUENTEMENTE APÓS A ICTERÍCIA
FISIOLÓGICA.

DIAGNÓSTICO

TESTE DO PEZINHO



SONDAGEM NASOENTERAL

terça-feira, 16 de junho de 2015

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BRONQUIOLITE

LACTENTE

BRONQUIOLITE

DOENÇA RESPIRATÓRIA AGUDA
PROVOCANDO CHIADO NO PEITO
EM CRIANÇAS MENORES DE 2
ANOS DE IDADE. A INFECÇÃO 
PROVOCA INFLAMAÇÃO E INCHAÇO 
DOS BRONQUÍOLOS PROVOCANDO
A OBSTRUÇÃO DO FLUXO DE AR
PARA DENTRO E PARA FORA DOS
PULMÕES.
A INFECÇÃO DAS VIAS AÉREAS INICIA-SE 
COM TOSSE LEVE E
OBSTRUÇÃO NASAL.
OS PRINCIPAIS CAUSADORES
SÃO OS VÍRUS RESPIRATÓRIOS
E OS MESES DE OUTONOS E INVERNO
SÃO OS MAIS ACOMETIDOS.
OS BEBÊS COSTUMAM A MELHORAR
ENTRE 5 A 7 DIAS, MAS QUANDO
A DIFICULDADE PARA RESPIRAR
E MAIS INTENSA PODE HAVER
NECESSIDADE DE INTERNAÇÃO.

SINTOMAS

CORIZA NASAL
FEBRE
TOSSE
DIFICULDADE DE RESPIRAR

TRANSMISSÃO

OS VÍRUS SÃO TRANSMITIDOS
POR CONTATO DIRETO COM
SECREÇÃO RESPIRATÓRIA OU
MESMO PELO CONTATO COM
AS MÃOS DE PESSOAS CONTAMINADAS
OU OBJETOS, PELO AR, SALIVA E
ESPIRROS, SENDO ALTAMENTE
CONTAGIOSO PERMANECENDO
NA SALIVA SEM SUPERFÍCIES 
POR VÁRIAS HORAS.

COMPLICAÇÕES

AMIGDALITE
CONJUNTIVITE VIRAL
LARINGITE AGUDA
INSUFICIÊNCIA RESPIRATÓRIA
DESIDRATAÇÃO
PENEUMOTÓRAX
INFECÇÃO BACTERIANA

CUIDADOS PARA DIMINUIR O
RISCO BRONQUIOLITE

- EVITAR AMBIENTES FECHADO E
AGLOMERADO
-LAVAR AS MÃOS FREQUENTEMENTE
- EVITAR CRECHES E ESCOLINHAS PARA
BEBÊS MENOR DE 1 ANO
- LAVAR AS MÃO AO CHEGAR EM CASA
- SEMPRE LAVAR AS MÃOS ANTES DE
TER CONTATO COM BEBÊS PEQUENOS
OU PREMATUROS
- EVITAR CONTATO COM PESSOAS
RESFRIADAS COM BEBÊS MENORES
DE 2 ANOS DE IDADE.

TRATAMENTO

BRONCODILATADORES
HIDRATAÇÃO
INALOTERAPIA





LARINGITE

LARINGITE

LARINGITE(CRUPE)

É A INFLAMAÇÃO DA LARINGE QUE
PODE SER CAUSADA POR VÍRUS,
BACTÉRIAS, AR FUNGOS,
OBSTRUINDO VIAS ÁREAS 
SUPERIORES EM CRIANÇAS DE
3 ANOS A 5 ANOS COM PICO
NO SEGUNDO ANO DE VIDA.

SINTOMAS

ROUQUIDÃO
DOR NA GARGANTA
TOSSE
FEBRE
DIFICULDADE PARA RESPIRAR

AGENTE CAUSADORES

VÍRUS PARAINFLUENZA
VÍRUS INFLUENZA
ADENOVÍRUS
VÍRUS SINCICIAL 
RESPIRATÓRIO
VÍRUS DO SARAMPO

SINTOMAS

RINORREIA 
FARINGITE
TOSSE LEVE
ROUQUIDÃO
ESTRIDOR RESPIRATÓRIO

TRATAMENTO

HIDRATAÇÃO
OXIGENAÇÃO
MEDICAÇÃO





SONDAGEM VESICAL

sexta-feira, 12 de junho de 2015

ACESSO VASCULAR PERIFÉRICO

CATETER VENOSO PERIFÉRICO

CATETER VENOSO PERIFÉRICO

O RECURSO Á INSERÇÃO DE CATETERES
VENOSOS PERIFÉRICOS É NA ATUALIDADE
UMA PRÁTICA INDISPENSÁVEL EM CONTEXTO
HOSPITALAR CONSIDERAM SER O MAIS
COMUM PROCEDIMENTO INVASIVO 
REALIZADO PARA ADMINISTRAÇÃO DE
FLUIDOS, MEDICAÇÃO, SANGUE  E
DERIVADOS ALÉM DO SEU PAPEL
NA MONITORIZAÇÃO HOMODINÂMICA
DOS DOENTES.
O CATETER VASCULAR É UM TUBO
INSERIDO EM UM DUCTO OU VASO
SANGUÍNEO COM A FINALIDADE
DE PROPORCIONAR VIA DE INFUSÃO
DE LÍQUIDOS, MEDICAÇÕES E OUTROS
VISANDO:
- MANTER OU REPOR RESERVAS
ORGÂNICAS DE ÁGUA, ELETRÓLITOS,
VITAMINAS, PROTEÍNAS, CALORIAS,
NO CLIENTE QUE NÃO PODE MANTER 
INGESTÃO ORAL ADEQUADA;
- RESTAURAR EQUILÍBRIO ÁCIDO
BÁSICO ADEQUADO;
- RESTABELECER O VOLUME 
SANGUÍNEO.

A PUNÇÃO VENOSA PERIFÉRICA
É UM PROCEDIMENTO REALIZADO
DIARIAMENTE PELOS PROFISSIONAIS
DA ENFERMAGEM, EM DIFERENTES
CONTEXTOS DE CUIDADOS, 
EXIGINDO A MOBILIZAÇÃO DE DIFERENTES
COMPETÊNCIAS. ASSIM, CONSIDERAMOS
SER IMPORTANTE CONHECER E SISTEMATIZAR
A PRODUÇÃO CIENTÍFICA SOBRE AS
INTERVENÇÕES DE ENFERMAGEM
REALIZADAS A DOENTES COM
CATETERES VENOSO PERIFÉRICOS E
COMPREENDER A INFLUÊNCIA DESSAS
MESMAS INTERVENÇÕES NA OCORRÊNCIA
DE FLEBITES.

COMPLICAÇÕES

EQUIMOSE
HEMATOMA
OCLUSÃO VENOSA
TRAUMA DA PAREDE DA VEIA
FLEBITE
TROMBOFLEBITE
INFILTRAÇÃO
EXTRAVASAMENTO
ESPASMO VENOSO

INDICAÇÃO

COMA
PRÉ, TRANS E PÓS OPERATÓRIO
CHOQUE
DESIDRATAÇÃO
HEMORRAGIAS
QUEIMADURAS
DESEQUILÍBRIO ELETROLÍTICO
ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTOS
REALIZAÇÃO DE EXAMES

INDICAÇÃO TROCA DE CATETER

-SUSPEITA DE FEBRE ASSOCIADA 


AO CATETER
- PRESENÇA DE SINAIS DE INFECÇÃO LOCAL
- PRESENÇA DE FLEBITE
- OBSTRUÇÃO DO CATETER
- PRESENÇA DE COÁGULOS  DE SANGUE
NA LUZ DO CATETER E EQUIPO

OBSERVAÇÃO: 
EM PACIENTES NEONATAIS E
PEDIÁTRICOS NÃO DEVEM SER
TROCADOS ROTINEIRAMENTE E
DEVEM PERMANECER ATÉ
SINAIS CLÍNICOS DE FLEBITE
OU INFILTRAÇÃO.

INTERVENÇÕES DE ENFERMAGEM

-RESPEITAR A ROTINA DE TROCA DO LOCAL
DE PUNÇÃO
- RETIRAR O ACESSO PERIFÉRICO QUANDO
ESTE NÃO FOR MAIS NECESSÁRIO
- MANTENHA SEMPRE AS CONEXÕES NÃO
UTILIZADAS, FECHADAS COM A TAMPA DE
PROTEÇÃO
- TROCAR O PROTETOR DO POLIFIX E 
EQUIPO A CADA MEDICAÇÃO
- FIXAR TODOS OS ACESSOS COM 
CURATIVO TRANSPARENTE
-DATAR SEMPRE O ADESIVO
DO DISPOSITIVO  A FIM DE
CONTROLAR O TEMPO DE
PERMANÊNCIA DO MESMO
- PERMEABILIZAR COM CLORETO
DE SÓDIO A 0,9% ANTES E APÓS
A ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTOS
PARA PROMOVER E MANTER O FLUXO
- RETIRAR E SUBSTITUIR OS ACESSOS
VENOSOS PERIFÉRICOS QUANDO HOUVER
SINAIS DE FLEBITES E INFILTRAÇÃO
- EVITAR A INSTALAÇÃO DO CATETER
PRÓXIMA Á LESÕES DE PELE
- INSERIR O CATETER  COM TÉCNICA
ASSÉPTICA, MATERIAL ESTÉRIL E USAR 
LUVAS DE PROCEDIMENTO, LIMPAR SÍTIO 
DE INSERÇÃO E FAZER ANTI SEPSIA COM
ÁLCOOL A 70%




segunda-feira, 8 de junho de 2015

FLEBITE

FLEBITE

INFLAMAÇÃO DA CAMADA ÍNTIMA
DA VEIA, OCORRENDO UM
AUMENTO DE PERMEABILIDADE
CAPILAR, PERMITINDO QUE
PROTEÍNAS E FLUÍDOS EXTRAVASEM
PARA O INTERSTÍCIO.

SINAIS E SINTOMAS

DOR NO LOCAL DO ACESSO VENOSO,
ERITEMA, EDEMA, CALOR LOCAL
E ENDURECIMENTO DO CORDÃO
VENOSO.

AS FLEBITES SÃO CAUSADAS POR
FATORES FÍSICO E QUÍMICOS
SENDO CLASSIFICADAS:

MECÂNICA- PODE OCORRER
DURANTE A TÉCNICA DE INSERÇÃO
DO CATETER, UTILIZANDO CATETER
CALIBROSO, FIXAÇÃO INADEQUADA,
MOVIMENTAÇÃO DO CATETER DENTRO
DA VEIA DURANTE A ADMINISTRAÇÃO
DE MEDICAMENTOS OU REALIZAÇÃO
DO CURATIVO.

QUÍMICA- SOLUÇÕES MUITO ÁCIDAS
E MEDICAÇÕES INFUNDIDAS DE
MANEIRA RÁPIDA OU A PRESENÇA DE
PEQUENAS PARTÍCULAS NA SOLUÇÃO
PODEM FAZER LESÃO DA CAMADA
ÍNTIMA DA VEIA.

BACTERIANA- É UMA INFLAMAÇÃO
DA CAMADA ÍNTIMA DA VEIA 
ASSOCIADA A UMA INFECÇÃO
BACTERIANA.