Pesquise no blog

quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

SEQUÊNCIA RÁPIDO DE INTUBAÇÃO

SRI


O OBJETIVO DA SRI( SEQUÊNCIA RÁPIDO DE INTUBAÇÃO
É PROPORCIONAR CONDIÇÕES QUE FACILITEM A
LARINGOSCOPIA, COM CONSEQUENTE ATENUAÇÃO
DA RESPOSTA REFLEXA AUTONÔMICA E DO RISCO
DE ASPIRAÇÃO PULMONAR.
A SRI É A FORMA MAIS SEGURA E EFICAZ DE SE
REALIZAR A IT.

PASSOS DA SEQUÊNCIA RÁPIDA DE INTUBAÇÃO

 HISTÓRIA E EXAME FÍSICO
PREPARAÇÃO:EQUIPAMENTO, PESSOAL E MEDICAÇÃO
MONITORIZAÇÃO
PRÉ-OXIGENAÇÃO
PRÉ-MEDICAÇÃO
SEDAÇÃO
PRESSÃO CRICOIDE E VENTILAÇÃO
BLOQUEIO NEUROMUSCULAR
INTUBAÇÃO TRAQUEAL
OBSERVAÇÃO E MONITORAÇÃO PÓS INTUBAÇÃO
SEDAÇÃO E PARALISIA CONTÍNUAS


HISTÓRIA E EXAME FÍSICO

ALERGIAS
MEDICAÇÕES
PASSADO MÉDICO
LÍQUIDOS E ÚLTIMA REFEIÇÃO
EVENTO QUE ESTÁ LEVANDO À NECESSIDADE
DE INTUBAÇÃO

PREPARAÇÃO:PESSOAL,EQUIPAMENTO E
MEDICAÇÃO

MONITORAÇÃO-PARA DETECTAR ARRITMIAS
E BRADICARDIA
PRÉ-OXIGENAÇÃO
PRÉ-MEDICAÇÃO

SEDAÇÃO

SEDAÇÃO ADEQUADA É UM PASSO
OBRIGATÓRIO E CRUCIAL NOS PACIENTES
SUBMETIDOS A IT, EXCETO PARA AQUELES
EM COMA OU PARADA CARDÍACA

INTUBAÇÃO TRAQUEAL

A INTUBAÇÃO TRAQUEAL DEVE SER REALIZADA
APÓS 60 A 90 SEGUNDOS DA ADMINISTRAÇÃO
DO BLOQUEADOR NEUROMUSCULAR.
É UM PROCEDIMENTO QUE EXIGE DO
PROFISSIONAL UM TREINAMENTO ADEQUADO
(MÉDICO), JÁ QUE ENVOLVE HABILIDADE NA
MANIPULAÇÃO DAS VIAS AÉREAS COM POTENCIAL 
RISCO DE AGRAVAMENTO OU
DESENCADEAMENTO DE HIPÓXIA.

MONITORAÇÃO PÓS INTUBAÇÃO

A SRI NÃO TERMINA APÓS A INTUBAÇÃO,
É OBRIGATÓRIA A VIGILÂNCIA CLÍNICA E
A MONITORAÇÃO PÓS- INTUBAÇÃO.
IDEALMENTE, A MONITORAÇÃO EM
UM PACIENTE COM RITMO DE PERFUSÃO
DEVE SER FEITA COM OXIMETRIA, MONITOR
CARDÍACO, MONITOR DE PRESSÃO ARTERIAL E
DETECTOR DE C02, EXALADO OU CAPNÓGRAFO.


SEDAÇÃO E PARALISIA CONTÍNUAS

A ADMINISTRAÇÃO DE SEDATIVOS DE FORMA
CONTÍNUA É IMPERATIVA NA FASE PÓS
INTUBAÇÃO. DEVE-SE TOMAR CUIDADO EM 
NÃO MANTER O PACIENTE SOB EFEITO DOS
BLOQUEADORES NEUROMUSCULARES SEM
SEDAÇÃO ADEQUADA E ANALGESIA.SINAIS
DE ATIVIDADE ADRENÉRGICA COMO
TAQUICARDIA E HIPERTENSÃO PODEM SER
PROVOCADOS POR SEDAÇÃO E ANALGESIA
INADEQUADAS, EM UM PACIENTE QUE ESTÁ
CONSCIENTE E NÃO CONSEGUE MOVIMENTAR
CHORAR OU MOSTRAR SINAIS DE DOR.
SEM SEDAÇÃO, OS PACIENTES PODEM MANTER
A FUNÇÃO AUDITIVA PRESERVADA. DESSA
MANEIRA,OS COMENTÁRIOS À BEIRA DO 
LEITO DEVEM SER CONTIDOS.

CONCLUSÃO

O MANEJO DE UMA CRIANÇA QUE REQUER
IT PODE SER TECNICAMENTE DIFÍCIL E
DESAFIADOR, ENTRETANTO, O
CONHECIMENTO DAS TÉCNICAS
APROPRIADAS PODE FACILITAR O
PROCEDIMENTO. 
A SRI É UMA HABILIDADE ESSENCIAL
PARA OS PROFISSIONAIS QUE
TRATAM  CRIANÇAS GRAVEMENTE
DOENTES OU VÍTIMAS DE LESÕES GRAVES.





FONTE: PEDIATRIA INSTITUTO DA CRIANÇA
EDITORA MANOLE





Nenhum comentário:

Postar um comentário