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sábado, 1 de fevereiro de 2014

PNEUMONIA

PNEUMONIA

O QUE É??

Pneumonia é uma infecção nos
 pulmões que afeta pessoas de
 todas as idades, com predileção
 por crianças pequenas, idosos
 e portadores de doenças crônicas,
totalizando mais de 2 milhões de
 casos por ano no Brasil, segundo
a Sociedade Brasileira de

 Pneumologia e Tisiologia.


Pode acometer uma parte do pulmão 
de maneira uniforme ou, então, 
heterogênea, quando se denomina 
broncopneumonia. Nessa doença, 
os alvéolos pulmonares, que são 
pequenos sacos de ar de onde o
 oxigênio sai para atingir a corrente 
sangüínea, se enchem de pus, 
muco e outros líquidos. Com isso,
 as células de todo o organismo não 
recebem oxigênio em quantidade 
suficiente, comprometendo o trabalho
 de outros órgãos e sistemas orgânicos.

Como se não bastasse, o microrganismo 
causador da doença pode ganhar a
 circulação, determinando uma infecção
 generalizada – a septicemia. Esses 
riscos, portanto, tornam a pneumonia
 uma moléstia bastante grave, a ponto
 de ela estar entre as principais causas
 de morte entre adultos.



Contudo, uma parte importante dos casos 
fatais deriva das infecções nosocomiais, que
 ocorrem durante internação hospitalar e
 envolvem agentes mais agressivos e mais
 resistentes a medicamentos. A possibilidade 
de haver complicações na doença adquirida 
na comunidade está relacionada com o
 diagnóstico tardio, quando o tratamento
 começa numa fase em que a pessoa já 
está bastante debilitada. Quanto antes
 a infecção é detectada, portanto, maiores
 as chances de cura e menores os riscos
 de problemas secundários.


SINTOMAS

Os sinais clínicos mais característicos
 incluem febre alta, calafrios e tremores,
 suores intensos, tosse produtiva, com
 secreção de cor de ferrugem ou
 esverdeada, dor no peito, respiração 
e batimentos cardíacos rápidos e, em 
casos mais graves, coloração azulada
 nas extremidades, demonstrando 
elevado comprometimento 
respiratório, e confusão mental. 


DIAGNÓSTICO

O diagnóstico depende da
 história da pessoa e do exame
 clínico, dentro do qual a ausculta
 do pulmão com estetoscópio já
 pode evidenciar sons compatíveis
 com a infecção local.

A confirmação, contudo, depende 
da realização de uma radiografia 
do tórax, podendo ou não necessitar
 de outros testes laboratoriais
 complementares, como o exame 
simples de sangue – o hemograma – ,
 a análise de escarro e a cultura de
 escarro e sangue, feitas
 particularmente para buscar 
pistas do tipo de agente implicado
 com a pneumonia.


TRATAMENTO

O tratamento costuma ser feito 
com antibióticos que servem para 
combater um amplo espectro de
 agentes infecciosos, pela
 dificuldade de determinar com 
precisão o microrganismo
 causador da doença, uma 
vez que, como a cavidade oral
 das pessoas é povoada por uma 
série de bactérias, o exame de
 escarro pode fornecer informações
 duvidosas. Essa conduta só não 
vai ser efetiva para pneumonias
 ocasionadas por vírus, que
 costumam melhorar
 espontaneamente, apenas com
 as medidas de suporte necessárias
 a todos os casos, como repouso, 
boa alimentação, hidratação e,
 eventualmente, medicamentos
 para atenuar a tosse e a dor
 no peito. Casos mais graves
 podem requerer internação para
 a administração endovenosa dos
 antibióticos e recebimento de oxigênio.


PREVENÇÃO

As principais formas de prevenção são 
recomendações simples: lavar as mãos, 
não fumar, evitar aglomerações e se
 vacinar. Atualmente, existem vacinas
 disponíveis para a pneumonia
 pneumocócica que, mesmo não 
sendo capazes de prevenir todos
 os casos de pneumonia, podem
 evitar as formas mais graves. 
Segundo o Ministério da Saúde
, a vacinação contra a gripe reduz 
bastante as hospitalizações por
 pneumonias e a mortalidade
 global pela doença.
 Por isso, devem ser vacinados
 os grupos considerados mais 
sujeitos às formas graves da
 doença: gestantes, mulheres 
com até 45 dias após o parto,
 crianças de 6 meses a 2 anos,
 profissionais de saúde, doentes
 crônicos, pessoas privadas de
 liberdade ou com 60 anos
 de idade ou mais.

CUIDADOS DE ENFERMAGEM



Auxiliar o paciente a tossir 
produtivamente, apoiando
 o seu tórax durante a tosse 
e umidificando o ar para  a
 saída  das secreções e 
melhorar a ventilação
. Encorajar a ingestão de líquidos.
Administrar o antibiótico 
prescrito pelo médico nos
 intervalos de tempo corretos.
Observar o paciente para náusea,
 vômito, diarréia, erupções e
 reações nos tecidos moles.
Fornecer oxigênio, conforme 
prescrito, para a dispnéia, 
distúrbio circulatório,
 hipoxemia ou delírio.
Monitorar a resposta 
do paciente à terapia.
Encorajar o paciente a
 repousar o máximo possível
Auxiliar o paciente a assumir 
uma posição confortável e
 mudar de posição com freqüência.
Avaliar o nível de consciência 
antes que sedativos ou
 tranqüilizantes sejam administrados.
Monitorizar a ingestão e excreção,
 à pele e os sinais vitais.
Monitorizar o estado respiratório, 
incluindo freqüência e padrão da
 respiração, sons respiratórios
 e sinais e sintomas de 
angústia respiratória.







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