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domingo, 26 de janeiro de 2014

HPV




HPV O QUE É??


HPV ou Papilomavírus
 humano
 (Human papillomavirus)
 é um vírus de
  de transmissão
 preferencialmente
 sexual, considerado
  como a DST
 (doença sexualmente
 transmissível) mais
 freqüente no mundo.
São  vírus da família
Papilomaviridae,
capazes de induzir
lesões de pele ou
 mucosa, as quais
 mostram um
crescimento
limitado e habitualmente
 regridem espontaneamente
 por ação do sistema
imunológico.
 Existem mais de 200 tipos
 diferentes de HPV, dos
 quais cerca  de 45 infectam
 a área ano-genital
masculina e feminina.


Qual sua importância 
no trato genital  ?

A infecção genital ou
 anal pelos HPV pode
 causar lesões benignas
(condilomas acuminados
ou verrugas genitais ou
cavalo de crista) tanto em
 homens quanto mulheres
 e lesões pré-cancerosas
e câncer propriamente dito,
 principalmente do colo
 uterino. O grupo de vírus
 que causa a lesão benigna
é diferente do grupo que
causa a doença maligna.
Estudos desde a década
 de 80 comprovaram que
o HPV é o agente causador
 do câncer do colo uterino.
 Mas para a mulher ter este
 tipo de câncer, além da
 presença do vírus, necessita
 de outros fatores
 (imunológicos, hormonais,
dietéticos e ambientais) que
irão propiciar o crescimento
 e a evolução das lesões
 HPV induzidas.


Como os HPV são
 transmitidos?



A transmissão do
HPV se faz por
 contato direto
com a pele ou
 mucosa infectada.
 A maioria das
  vezes (95%)  são
transmitidos através
da relação sexual,
mas em 5% das
  vezes poderá  ser
 através das mãos
contaminadas pelo
 vírus,  objetos,
 toalhas e roupas,
desde que haja
 secreção  com vírus
 vivo em contato
 com pele ou mucosa
 não íntegra.

Há alguma diferença
na transmissão
 entre homens e
  mulheres?
A transmissão
 da infecção pelo
 HPV independe do
sexo, sendo
 facilmente
 transmitidas do
 homem para a
  mulher e vice-versa
e até mesmo nas
 relações
homossexuais.
 Entretanto, devido
  às características
genitais diferentes, as
 manifestações e
 complicações desta
 infecção são mais
 freqüentes nas
 mulheres.


 Qual é o risco de desenvolver 
câncer do colo de útero?


Estudos
epidemiológicos
têm mostrado que,
apesar da infecção
 pelo papilomavírus
ser muito comum
( média de 25 %
 das mulheres
brasileiras estão
  infectadas pelo vírus),
somente uma
 pequena fração
 (1%) das mulheres
 infectadas com
um tipo de HPV
de alto risco
  oncogênico irá
 desenvolver o câncer
 do colo de útero.

DIAGNOSTICO

O diagnóstico
 depende do tipo
 de manifestação
do vírus. Nos
 casos de infecção
  clínica podemos
 fazer diagnóstico
 a olho nu, ou seja
  as lesões
 verrucosas são
 facilmente
 diagnosticadas,
não sendo
 necessário
nenhum outro
 tipo de exame .
 Nas infecções
subclínicas
necessitamos
 de  exames
  complementares
 como a citologia
 (exame de
Papanicolaou ou
 Preventivo),
histologia (biópsia)
 ou colposcopia
 (ampliação das
 imagens com
 auxílio de um aparelho
 especial denominado
 colposcópio).


PREVENÇÃO


Como a forma mais freqüente
 de aquisição da infecção é
 sexual, as medidas de
 prevenção das DST
 são as  mais
 importantes, tais como:
Uso do preservativo
 (camisinha) nas
relações sexuais.
Evitar ter muitos
parceiros ou
 parceiras sexuais.
Realizar exame
 ginecológico
 periódico
 (ideal a cada 6 meses).
Realizar o exame
de Papanicolaou
 pelo menos uma
 vez por ano.
É importante ressaltar
que o uso do preservativo,
 apesar de prevenir a
maioria das DST, não
impede totalmente a
 contaminação pelo
 HPV, pois, freqüentemente
as lesões estão presentes
em áreas não protegidas
pela camisinha (raiz da
 coxa, perianal, etc).


VACINA                
A vacina anti-HPV é um
produto manufaturado
 pelas técnicas atuais
de engenharia
genética. Produzida
  através do gen
 do HPV que
 sintetiza a cápsula
do vírus em
 laboratório,
a vacina
anti-HPV
 (monovalente,
bivalente
ou quadrivalente)
nada mais é do
 que a cápsula
 do vírus sem
 o conteúdo
 genético
 (portanto, incapaz
de induzir infecção)
 que é inoculado
 no indivíduo
 para estimular
 a produção de
 anticorpos que
irão proteger contra
 a infecção no momento
 do contato com o vírus.


RISCO DE HPV NA
 GRAVIDEZ..

                   
A infecção HPV não
 interfere na  formação
 do feto nem impede o
parto vaginal (parto normal).
 A via de parto (normal ou
cesariana) deverá ser
determinada pelo médico
 após a análise individual
 de cada caso. As mulheres
 infectadas pelos HPV que
 causam verrugas genitais
 (principalmente HPV 6 e 11)
 apresentam um risco mínimo
 de transmissão destes vírus
 para seu bebê que poderá
 desenvolver estas lesões
 no trato respiratório
 (papilomatose respiratória
 recorrente).



VACINAR 10 DE
MARÇO


Vacinação de meninas
contra HPV começa
 dia 10 de março.

Campanha tem como
alvo meninas de 11 a
13 anos; a vacina tem
 eficácia de 98,8%
contra o câncer do
colo de útero

A vacina contra o
 Papiloma Vírus
Humano (HPV)
começará a ser
 ofertada no Sistema
 Único de Saúde (SUS)
 no dia 10 de março,
para meninas de 11
a 13 anos. O objetivo
 é vacinar pelo
 menos 80% da
população-alvo,
 formada por 5,2
 milhões de meninas.


O esquema de vacinação
 é recomendado pela
 Organização Pan-Americana
de Saúde e gera melhor
 resposta imunológica
ao vírus. Em 2015, o SUS
vai vacinar meninas de 9
 a 11 anos e em 2016
 passarão a ser
 vacinadas apenas
meninas de 9 anos.





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